SEFELI | Seminário Formação de Professores e Ensino de Língua Inglesa

IV SEFELI
Seminário Formação de Professores e Ensino de Língua Inglesa

  • IV SEFELI - parte 2 (Sefelinho)

    Dia 19/07
    Aditório da ADUFS
    Inscrições no local
    Valor: R$20 / R$10 (para quem contribuiu com a Vakinha eletrônica e comprovar)

    PROGRAMAÇÃO
    08:30 - Inscrições
    09:00-11:00 | Mesa-redonda 1 – Tecnologias digitais
    Ana Flora Schlindwein (UFS)
    Ana Karina Nascimento (UFS)
    Denise Bertoli Braga (Unicamp)

    11:00-13:00 | Mesa-redonda 2 – Fazendo Linguística Aplicada na UFS
    Marlene Augusto de Souza (DLES/UFS)
    Isabel Michelan de Azevedo (DLEV/UFS)
    Doris Cristina Matos (DLES/UFS)

    14:30-16:00 | Sessões de comunicação

    (clique aqui para ter acesso à programação)

    16:00-18:00 | Mesa redonda 3 – Formação continuada de professores de inglês como língua adicional
    Gildete Cecilia Neri Santos
    Mirela Magnani Pacheco
    Thiago Domingos Freire

    (Professores de inglês da rede pública de Sergipe)

    19:00-21:00 | Mesa redonda 4
    Elaine Maria Santos (UFS)
    Sérgio Ifa (UFAL)
    Walkyria Monte Mór (USP)


    Atenciosamente,

    Comissão Organizadora

Convidados

Palestrantes
Bill Cope e Mary Kalantzis (University of Illinois – EUA)

Mesas redondas
Ana Flora Schlindwein (UFS); Ana Karina de Oliveira (UFS); Andrea Mattos (UFMG); Denise Bertoli Braga (Unicamp); Elaine Maria dos Santos (UFS); Isaías Francisco de Carvalho (UESC); Ivan Ribeiro (UFU); Mariana Pérez (UFPB); Miriam Jorge (UFMG); Souzana Mizan (Unifesp); Viviane Heberle (UFSC)

Eixos Temáticos

• Eixo 1 - Formação de professores
• Eixo 2 - Ensino e aprendizagem de língua inglesa
• Eixo 3 - Multiletramentos e multimodalidade
• Eixo 4 - Letramento crítico
• Eixo 5 - Letramento digital
• Eixo 6 - Estudos da narrativa
• Eixo 7 - Gêneros textuais
• Eixo 8 - Linguagem e identidade
• Eixo 9 - Literatura e cultura
• Eixo 10 - Ensino de literatura
• Eixo 11 - Material didático
• Eixo 12 - Transculturalidade

Comissões

Comissão Organizadora

Vanderlei J. Zacchi
Maria Amália Vargas Façanha
Ana Karina de Oliveira Nascimento
Marlene de Almeida Augusto de Souza
Paulo Roberto Boa Sorte Silva
Igor Gadioli
Ana Flora Schlindwein
Laudo Natel do Nascimento
Rosinadja Batista dos Santos Morato
Flávio Soares Bezerra

Programação

28 de maio
09:00 |
Abertura
Local: Auditório da Reitoria

10:00-12:00 | Palestra de abertura
Bill Cope (University of Illinois – EUA)
Local: Auditório da Reitoria

14:00-16:00 | Mesa-redonda 1 – Tecnologias digitais
Ana Flora Schlindwein (UFS)
Ana Karina Nascimento (UFS)
Denise Bertoli Braga (Unicamp)
Local: Auditório da Reitoria

16:00-18:30 | Sessões de comunicação

Clique aqui para ver o Ensalamento.

SESSÃO DE COMUNICAÇÕES Nº 01
LOCAL: Auditório do CCBS (Centro de Ciências Biológicas e da Saúde)
SESSÃO DE COMUNICAÇÕES Nº 02
LOCAL: Auditório do CCSA (Centro de Ciências Sociais Aplicadas)
SESSÃO DE COMUNICAÇÕES Nº 03
LOCAL: Auditório da Didática V
SESSÃO DE COMUNICAÇÕES Nº 04
LOCAL: Auditório da ADUFS
SESSÃO DE COMUNICAÇÕES Nº 05
LOCAL: Laboratório de Línguas (Didática III)
SESSÃO DE COMUNICAÇÕES Nº 06
LOCAL: Auditório de Letras
SESSÃO DE COMUNICAÇÕES Nº 07
LOCAL: Auditório do Departamento de Geografia
SESSÃO DE COMUNICAÇÕES Nº 08
LOCAL: Mini-Auditório do CCET
SESSÃO DE COMUNICAÇÕES Nº 09
LOCAL: Auditório da Reitoria
SESSÃO DE COMUNICAÇÕES Nº 10
LOCAL: Auditório do Departamento de Matemática

19:00-21:00 | Mesa-redonda 2 – Literaturas de língua inglesa
Ivan Ribeiro (UFU)
Isaías F. de Carvalho (UESC)
Local: Auditório da Reitoria

29 de maio

14:00-16:00 |
Simpósios

1. Fazendo Linguística Aplicada na UFS
Marlene Augusto de Souza (DLES/UFS)
Isabel Michelan de Azevedo (DLEV/UFS)
Doris Cristina Matos (DLES/UFS)
Local: Auditório da Didática V

2. Formação continuada de professores de inglês como língua adicional
Gildete Cecilia Neri Santos
Mirela Magnani Pacheco
Rosivania Maria da Conceição
Thiago Domingos Freire
(Professores de inglês da rede pública de Sergipe)
Local: Auditório da Didática VI


16:00-18:30 | Sessões de comunicação

Clique aqui para ver o Ensalamento.

SESSÃO DE COMUNICAÇÕES Nº 11
LOCAL: Auditório do CCBS (Centro de Ciências Biológicas e da Saúde)
SESSÃO DE COMUNICAÇÕES Nº 12
LOCAL: Auditório da ADUFS
SESSÃO DE COMUNICAÇÕES Nº 13
LOCAL: Laboratório de Línguas (Didática III)
SESSÃO DE COMUNICAÇÕES Nº14
LOCAL: Auditório do Departamento de Geografia
SESSÃO DE COMUNICAÇÕES Nº 15
LOCAL: Auditório do Departamento de Ciências Sociais
SESSÃO DE COMUNICAÇÕES Nº 16
LOCAL: Auditório da Didática VI
SESSÃO DE COMUNICAÇÕES Nº 17
LOCAL: Mini-Auditório do CCET
SESSÃO DE COMUNICAÇÕES Nº 18
LOCAL: Auditório do Departamento de Matemática
SESSÃO DE COMUNICAÇÕES Nº 19
LOCAL: Auditório da Didática V

18:00-19:00 | Lançamento de livros

19:00-21:00 | Mesa-redonda 3 – Formação de professores
Elaine Maria Santos (UFS)
Mariana Pérez (UFPB)
Souzana Mizan (Unifesp)
Local:Auditório da Reitoria

30 de maio

09:00-11:00 |
Mesa redonda 4 – Letramentos e justiça social
Andrea Mattos (UFMG)
Miriam Jorge (UFMG)
Viviane Heberle (UFSC)
Local: Auditório da Reitoria

11:00-12:00 | Encerramento
Mary Kalantzis (University of Illinois – EUA)
Local: Auditório da Reitoria


14:00-18:00 | Oficinas

LEITORES E LEITURAS – TEXTOS, LETRAMENTOS E CONEXÕES NAS AULAS DE INGLÊS
Simone Batista (UFRRJ)
Local: Auditório da Didática V

LETRAMENTO RACIAL NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE INGLÊS: (IN)DISCIPLINANDO PRÁTICAS CURRICULARES
Souzana Mizan (Unifesp)
Local: Auditório do CCSA (Centro de Ciências Sociais Aplicadas)

RECURSOS CIBERNÉTICOS E ENSINO DE LITERATURAS ANGLÓFONAS
Isaias Francisco de Carvalho (UESC)
Local: Auditório do CCBS (Centro de Ciências Biológicas e da Saúde)

DESENVOLVIMENTO DE MATERIAIS PARA A FORMAÇÃO CRITICA DE PROFESSORES
Míriam Jorge (UFMG)
Andréa Mattos (UFMG)
Local: Auditório da ADUFS

MULTIMODALIDADE, MULTILETRAMENTOS E ENSINO DE LÍNGUAS
Viviane M. Heberle – UFSC/CNPq
Local: Auditório da Reitoria

INTRODUÇÃO AOS ESTUDOS DE INTERMIDIALIDADE
Ivan Marcos Ribeiro (UFU)
Local: Auditório do Departamento de Matemática

CONHECER PARA (SE) TRANSFORMAR: ANÁLISE DISCURSIVA DO TRABALHO DO PROFESSOR DE LÍNGUAS
Mariana Pérez (UFPB)
Local: Auditório do Departamento de Geografia

IDENTIDADES SOCIAIS EM SALA DE AULA DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS: RAÇA, ETNIA E GÊNERO
Acassia Anjos (UFS/UFMG)
Doris Matos (UFS)
Local: Auditório do Departamento de Filosofia


Inscrições e Submissões

Submissão de trabalhos encerradas.

Acesse aqui a Lista de Trabalhos Aprovados

Inscrições: 1º. de abril a 20 de maio

Para efetuar sua inscrição, siga os passos abaixo:
1. Acesse o Sigaa-UFS
2. Clique em “Extensão” e depois em “Inscrições On-line”
3. Selecione o evento IV Seminário Formação de Professores e Ensino de Língua Inglesa e clique no ícone “Inscrever-se”
4. Preencha o formulário
5. Caso tenha interesse em participar de uma oficina, escolha uma das opções e efetue sua inscrição

Palestras e Comunicações


Acesse aqui o Caderno de Resumos.


Palestras:
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Reflexões sobre o ensino de inglês escrito para pessoas surdas a partir da perspectiva dos multiletramentos
Ana Flora Schlindwein (UFS)

Com o reconhecimento da LIBRAS como língua da comunidade surda, vários estudos comparativos surgiram sobre essa língua viso-espacial e a língua portuguesa, tendo como foco, muitas vezes, analisar formas de ensinar o português como L2 para pessoas surdas. Porém, ao buscarmos por trabalhos sobre o ensino da leitura e escrita de língua inglesa para as pessoas que tenham a Libras como L1, encontramos apenas alguns estudos pioneiros como os de Silva (2005), Carvalho (2014), Oliveira (2014) e Xavier (2014). Essas pesquisas, apesar de terem abordado aspectos e níveis de ensino de inglês diferentes, apontaram um mesmo obstáculo para a aprendizagem da língua inglesa: a língua portuguesa. Considerando esse dado, a presente fala apresentará algumas reflexões sobre o ensino de Inglês como L2 para surdos pelo viés do “Inglês para Fins Específicos” (English for Specific Purposes - ESP) debatido, por exemplo, por Celani et al. (2005), Ramos (2005, 2008) e Belcher e Lukkarila (2011). As abordagens do ESP serão pensadas juntamente com as propostas da pedagogia dos multiletramentos (NEW LONDON GROUP, 1996).


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Letramentos digitais na formação inicial de professores de inglês
Ana Karina de Oliveira Nascimento (UFS)

As tecnologias digitais no cotidiano das pessoas têm alterado, de diferentes maneiras, as formas como nos relacionamos, construímos e compartilhamos conhecimento, de tal forma que falar em formação de professores envolve considerar também as tecnologias digitais. Nesta fala, abordo o que entendo por letramentos digitais (LANKSHEAR; KNOBEL, 2008; KNOBEL, LANKSHEAR, 2014), focando na formação inicial de professores de inglês, levando em conta uma atitude crítica e aberta ao imprevisível que julgo necessária quando considero tecnologias digitais e formação de professores. Parto de dados colhidos e analisados em pesquisa qualitativa exploratória de cunho etnográfico, inserida no campo da linguística aplicada crítica para problematizar as tecnologias digitais na formação inicial de professores de inglês, considerando uma perspectiva crítica, de letramentos digitais.


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Formação de Professores para a Justiça Social
Andréa Mattos (UFMG / CNPq)

O interesse por pedagogias críticas relacionadas ao ensino de inglês cresceu muito nos últimos anos. No Brasil, esse interesse surgiu principalmente após a publicação das OCEM (BRASIL, 2006) que enfatizam o valor da "formação de indivíduos, o que inclui o desenvolvimento de consciência social, criatividade, mente aberta para conhecimentos novos, enfim, uma reforma na maneira de pensar e ver o mundo" (p. 90). Tanto no ensino de inglês quanto na formação de professores de línguas surgiram, então, propostas que vêm sendo chamadas de Educação Crítica em Língua Estrangeira (FERRAZ, 2010; 2015; 2016; MATTOS, 2014; 2015; MONTE MÓR, 2009; 2015), pois ressaltam a importância de se promover uma educação que seja criticamente, socialmente e culturalmente relevante. No entanto, aplicações práticas dessas propostas ainda são raras. Este trabalho pretende apresentar resultados de algumas experiências recentes de implementação de Educação Crítica em Língua Estrangeira na formação de professores em pré-serviço numa grande universidade brasileira, discutindo as perspectivas relatadas pelos participantes e os desafios encontrados pela formadora.


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New Media Affordances: Pedagogical Alternatives in Technology-Mediated Learning Environments
Bill Cope - University of Illinois

Schools and systems of higher education around the world are today undergoing changes that may prove to be as large and significant as the creation of modern education in the nineteenth century, characterized mainly by its infrastructure of the classroom, the textbook and the test. Disrupting this traditional model, we witness today the rise of formal education outside of these institutional forms (for instance: online schools, MOOCs, just-in-time training), as well as substantial changes in pedagogical modes within conventional schools (for instance: project-based learning, increased learner self-regulation, competence/mastery versus norm-based assessment). Educational technologies are a part of this equation. However, the transformation is fundamentally pedagogical, rather than technological. Technologies have the capacity to support pedagogical transformation, but equally to revive and fossilize old pedagogies. The focus of this presentation will be to suggest the shape of a new and emerging wave of pedagogies, and the educational technologies that support these pedagogies. I will provide examples from the experimental Scholar environment we have been developing with the support of grants from the Institute of Educational Sciences in the US Department of Education, and the Bill and Melinda Gates Foundation.


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Aprendendo a aprender línguas no contexto de e-learning
Denise Bértoli Braga (UNICAMP)

As práticas educacionais que fazem parte de nosso repertório escolar afetam de forma direta a constituição da nossa cultura de aprender e ensinar línguas. Essa cultura se ancora em crenças teóricas sobre aprendizagem, metodologias de ensino e também é gerada por uma adaptação natural às condições materiais onde as práticas educativas se inserem. O presente estudo faz uma reflexão sobre as dificuldades enfrentadas no ensino de línguas tradicional no qual o professor e o livro didático eram as principais fontes de insumo linguístico linguistico e a prática e uso da língua restrito às interações na sala de aula e exercícios de sistematização de língua. As mudanças sociais que ocorreram com o processo de globalização do mercado e da cultura, ampliaram tanto os canais de comunicação à distância, quanto as formas de registros textuais. A internet oferece tanto para o professor quanto para o aluno formas alternativas e potencialmente mais produtivas de apropriação de novos conhecimentos linguísticos. O contraste da sala de aula do século XX e as potencialidades que tipificam as práticas pedagógicas possíveis no século XXI apontam para a necessidade de revermos a cultura tradicional de ensino e aprendizagem e conferem importância ao domínio de estratégias que levem o aluno a "aprender a aprender línguas" explorando os novos recursos trazidos pela internet.


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ISF-UFS: algumas considerações sobre formação inicial e continuada de professores
Elaine Maria Santos (UFS)

O programa Inglês sem Fronteiras, lançado em 2012, vem, desde o seu início, passando por mudanças estruturais, incorporando no seu escopo, desde de 2014, ações destinadas ao processo de formação inicial e continuada de professores de línguas. O objetivo principal do IsF é o de promover práticas linguísticas na IES voltadas para a internacionalização e, nesse cenário, a questão da formação de professores ganha destaque, tendo em vista que o quadro de professores do programa é composto por alunos de graduação e pós-graduação da UFS, e não há como pensar em um processo de ensino-aprendizagem desvinculado de um projeto de formação docente. O objetivo desta apresentação, dessa forma, é o de analisar o projeto de formação de professores desenvolvido no IsF-UFS, a partir de uma discussão teórica sobre as concepções teóricas que norteiam as atividades desenvolvidas com os professores-bolsistas, com ênfase no estabelecimento de um ambiente voltado para práticas destinadas à formação de um professor crítico-reflexivo. Para melhor exemplificar as ações desenvolvidas, são apresentados dados colhidos em pesquisa feita com os professores do programa entre 2014 e 2017, tendo sido possível verificar, a partir das falas dos bolsistas, colhidas por meio de questionários, as suas percepções sobre língua, ensino de línguas e o processo formativo ao qual foram expostos.


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Formação docente em literaturas de língua inglesa: ciberextensão e autonomia
Isaias Francisco de Carvalho (UESC)

Entre as muitas questões carentes de discussão aprofundada no âmbito do ensino de literaturas de língua inglesa e de inglês como língua estrangeira em nossa comunidade acadêmica, destaca-se um dos temas mais atuais: a consolidação do uso de tecnologias cibernéticas, não apenas para o ensino-aprendizagem à distância, mas para as aulas presenciais clássicas, como forma de substituição do tradicional quadro, e principalmente como forma ecologicamente correta de evitar o uso exagerado de papel. Não se trata, portanto, de discutir a utilização de recursos caros, como o interactive whiteboard, mas aliar conhecimentos ao agir profissional, na maximização de recursos mais viáveis na realidade do ensino público: o computador com conexão à internet e um projetor, por exemplo. Portanto, é com base no princípio da autonomia que esta fala objetiva promover a reflexão sobre o uso dos recursos tecnológicos cibernéticos como fonte de materiais e atividades para a formação docente com vistas ao ensino-aprendizagem de literaturas de língua inglesa. Entre outros aspectos, trata-se da apresentação das ações do projeto extensionista “Dinamizando o ensino da língua inglesa”, da Universidade Estadual de Santa Cruz, no que se refere à disponibilização de materiais em sites e blogs criados na internet para aulas de língua inglesa e literaturas de língua inglesa. Os materiais de referência, o planejamento e as próprias aulas acontecem no espaço da internet. Assim, a sala de aula se torna “portátil”, passando a se estender para a tela de qualquer gadget a que os alunos e professores tenham acesso. Ao investir na formação pedagógica dos futuros professores e profissionais de língua inglesa, as ações desse projeto de extensão também têm sua relevância pela potencial interferência na realidade exterior à academia, em seu aspecto de cyberextension. Pleiteia-se também que a ampliação dos investimentos em tecnologia nas redes públicas de ensino propicia a extensão dessa estratégia de ensino para a escola pública em seus níveis médio, fundamental e básico.


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Literatura e ensino de língua: algumas possibilidades de relação em literatura inglesa.
Ivan Marcos Ribeiro (UFU)

Este trabalho tenciona buscar um equilíbrio entre o ensino de literatura e a sua real aplicação em sala de aula. Em geral, pensa-se num trato maior com o ensino de língua, e prioriza-se muito pouco a importância e impactos que a literatura poderia ter para o aluno, no sentido de utilizar diferentes materiais e recursos literários para a consolidação de uma língua, além de propiciar um universo de fruição e de expressão dentro do contexto de ensino e aprendizagem. Assim, numa tentativa de trazer o conceito de texto literário e aliá-lo a algumas possibilidades de ensino de língua, o intuito deste trabalho é fomentar algumas discussões tais como: o papel da literatura em sala de aula enquanto fomentadora de produtos linguísticos; a aplicação do texto literário como elemento de discurso e de produção textual; a conexão entre o texto e a expressão de opiniões relacionadas ao cotidiano e à academia; a relação da literatura com outras artes e como produtora de diálogos intertextuais e interartísticos. Numa perspectiva mais teórica do que prática, pensar-se-á em sugestões de estratégias para a aplicação do texto literário em sala de aula, e como tirar o melhor proveito dessa aplicação para a formação de um leitor competente em termos linguísticos e, sobretudo, literários.


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(RE)construindo-se professor(a) colaborativamente: ações e resultados de um programa de formação docente na Paraíba
Mariana Pérez (UFPB)

Considerando o foco da Mesa Redonda “Formação de Professores”, este trabalho objetiva apresentar algumas ações e resultados do Programa de Extensão “EFOPLI: Espaços para a Formação do Professor de Língua Inglesa” desenvolvido na Universidade Federal da Paraíba (UFPB). O EFOPLI focaliza o desenvolvimento linguístico, metodológico, acadêmico, pessoal e profissional de docentes de língua inglesa (em formação inicial e continuada) em uma perspectiva de ensino crítico de línguas, objetivando o fortalecimento dessa comunidade de profissionais na Paraíba (PÉREZ, 2018). Neste trabalho, apresentaremos e enfatizaremos a colaboração entre os estudantes de Letras e professores em serviço como importante componente do processo formativo e de aproximação da universidade e da escola. Além disso, apresentaremos alguns depoimentos, que apontam para uma maior motivação e empoderamento (JANKS, 2010, 2013, 2016; MENEZES DE SOUZA, 2011) dos participantes, e discutiremos sobre a possibilidade de reconstrução de conceitos e práticas a partir das reflexões propostas nos encontros sobre o status da língua inglesa, native speakerism e implicações para a formação e ensino (BERNAT, 2008; HOLLIDAY, 2014).


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E-learning Ecologies: Innovative Approaches to Teaching and Learning for the Digital Age
Mary Kalantzis - University of Illinois

For three decades and longer we have heard educators and technologists making a case for the transformative power of technology in learning. However, despite the rhetoric, in many ways and at most institutional sites, education is still relatively untouched by technology. Even when technologies are introduced, the changes sometimes seem insignificant and the results seem disappointing. If the print textbook is replaced by an e-book, do the social relations of knowledge and learning necessarily change at all or for the better? If the pen-and-paper test is mechanized, does this change the nature of our assessment systems? Technology, in other words, need not necessarily bring significant change. Technology might not even represent a step forward in education. But what might be new? How can we use technologies to innovate in education? This presentation explores seven affordances of e-learning ecologies, which open up genuine possibilities for what we call New Learning – transformative, 21st century learning: 1. Ubiquitous Learning 2. Active Knowledge Making 3. Multimodal Meaning 4. Recursive Feedback 5. Collaborative Intelligence 6. Metacognition 7. Differentiated Learning. These affordances, if recognized and harnessed, will prepare learners for success in a world that is increasingly dominated by digital information flows and tools for communication in the workplace, public spaces, and personal life. This course offers a wide variety of examples of learning technologies and technology implementations that, to varying degrees, demonstrate these affordances in action.


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Justiça Social na Educação Linguística: não basta concordar, é preciso agir
Miriam Jorge (UFMG)

A formação de professores de línguas da justiça social é representa o reconhecimento de que existem desigualdades que afetam o acesso à aprendizagem e ao sucesso educacional, dentre outros. O que seria, no entanto, justiça social na educação linguística e na formação de professores? Que papéis o conhecimento de inglês desempenha na promoção ou na negação da igualdade? Como os professores podem agentes da promoção de justiça social? Neste trabalho, problematizo perspectivas de estudantes de Letras sobre seus papéis em uma educação pautada na justiça social, bem como suas práticas. As análises apontam que é importante construir identidades profissionais arrojadas, em que os profissionais se percebem como membros de uma comunidade global de profissionais da linguagem, que reconhecem a importância da formação de cidadãos globais, ainda que agindo localmente. O trabalho conclui defendendo a educação para a cidadania global como caminho produtivo para formação de professores de línguas.


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Língua global, identidades e saberes: encontros e fronteiras nas zonas de contato
Souzana Mizan (Unifesp)

Na era das globalizações e descolonização, precisa-se repensar os ideais de ensinar a língua inglesa em países como o Brasil que, na maioria dos casos, a população não tem contato direito com falantes de inglês e provavelmente não vê necessidade nenhuma de falar essa língua. Este projeto tenta ser crítico do conteúdo e do modo de ensino para não parecer que continuamos produzindo uma classe burguesa que se assemelha daquelas classes que seguiam o estilo colonial do Conselho Britânico que está fora da moda num contexto global que já é outro. Saindo deste modelo de ensino precisamos indagar quais seriam os objetivos de ensino de inglês na zona periférica de uma cidade metropolitana. Questões políticas e demográficas quebram com a normatividade deste ensino que dissemina, inevitavelmente, uma doutrinação cultural alienante que não condiz com o momento histórico. O projeto Língua global, identidades e saberes: encontros e fronteiras nas zonas de contato procura criar zonas de contato entre o ensino superior público e o ensino básico com o objetivo de aproximar alunos de graduação, professores do ensino superior e professores de língua (inglesa) de escolas públicas ao redor da universidade e contempla uma prática de ensino que se baseia na epistemologia de ecologia dos saberes (SOUSA SANTOS, 2011) e busca introduzir temas geradores (FREIRE, 2005) sobre uma perspectiva crítica, situada e relacionada às realidades locais.


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Oficinas

LEITORES E LEITURAS – TEXTOS, LETRAMENTOS E CONEXÕES NAS AULAS DE INGLÊS Simone Batista (UFRRJ)

Pela perspectiva sociointeracional da linguagem, os textos são locais de interação (KOCH, 2011) entre sujeitos, e a significação é apenas potencial (BAKHTIN, 1929/2006). Do mesmo modo, pesquisadores dos letramentos críticos defendem que os sentidos são contextuais e plurais. Esses pressupostos, entretanto, não balizam, frequentemente, as aulas de línguas nas escolas, o que priva alunos e professores de significar e ressignificar textos – verbais ou multimodais – e de construir relação afetiva com a leitura; pelo contrário, fortalece e solidifica o paradigma da única resposta, prejudicando o desenvolvimento de letramentos críticos e as conexões entre sujeitos, função essencial das línguas. O objetivo desta oficina é discutir a importância da língua como instrumento de conexão entre os humanos, a proposta sociointeracional de ensino de inglês, e produzir, coletivamente, materiais didáticos para o ensino de línguas sob esta proposta.


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LETRAMENTO RACIAL NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE INGLÊS: (IN)DISCIPLINANDO PRÁTICAS CURRICULARES
Souzana Mizan (Unifesp)

No contexto do pensamento normativo sobre o ensino da língua inglesa nos cursos de nível superior de formação de professores, ensinar essa língua global ainda consiste em sua essencialização. Assim, a língua inglesa, propriamente dita, e sua cultura são, na maioria das vezes, tratadas como se estivessem ainda, na atual conjuntura de globalização, ligadas a um centro que representa a origem geográfica dessa língua-cum-cultura. Igualmente, a aparente certeza e eficácia com as quais esse ensino é apresentado resultam em um distanciamento entre o aspecto linguístico e sua relevância social. Embora essa abordagem dominante se proponha a transferir um conhecimento neutro, eficiente e válido (BRITZMAN, 2003, p. 56), sua persistência em ignorar a identidade multicultural que a língua inglesa adquiriu como resultado dos processos de colonização, e mais tarde de digitalização e globalização, mostra o poder que ainda possui essa perspectiva abstrata sobre língua dentro da academia. Por outro lado, a pedagogia crítica tem o propósito de formar cidadãos crítico-reflexivos que se percebem como agentes transformadores das realidades sociais nas quais se inserem. Portanto, a sequência didática desenvolvida foi realizada num curso de formação de professores de Língua Inglesa e representa uma tentativa de expansão dos sentidos inicialmente a partir da escrita de narrativas sobre questões raciais e, mais tarde, através da análise de discursos midiáticos e literários sobre raça. Essa pedagogia crítica busca também ir além dos muros da linguística aplicada e explorar intersecções entre as diferentes áreas das ciências humanas no que diz respeito às maneiras que essas áreas teorizam o conceito de “diferença cultural”.


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RECURSOS CIBERNÉTICOS E ENSINO DE LITERATURAS ANGLÓFONAS
Isaias Francisco de Carvalho (UESC)

Nesta oficina, os participantes serão envolvidos em questões teóricas e práticas relacionadas ao uso de recursos cibernéticos no ensino de literaturas de língua inglesa, com potencial de aplicação em todos os níveis educacionais. A ênfase maior será dada à caracterização da/o professor/a do século XXI e seu comportamento como autor de materiais didáticos diante das novidades tecnológicas, com o objetivo de consolidar a utilização de tecnologia cibernética, não apenas para o ensino-aprendizagem à distância, mas para as aulas presenciais tradicionais. Outros aspectos a serem abordados: substituição do quadro por outras plataformas disponíveis, forma ecologicamente correta de evitar o uso exagerado de papel, maximização de recursos mais viáveis na realidade do ensino público, tais como o computador com conexão à internet e um projetor e/ou gadgets móveis que a maioria dos estudantes trazem consigo.


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DESENVOLVIMENTO DE MATERIAIS PARA A FORMAÇÃO CRITICA DE PROFESSORES
Míriam Jorge (UFMG)
Andréa Mattos (UFMG)

A formação de professores de inglês para escolas regulares tem sido um desafio para muitos profissionais. As demandas impostas no sec. XXI requerem que esse desafio seja tratado com criatividade e agilidade. Nesse workshop traremos alguns princípios a serem compartilhados por todos os participantes para a produção coletiva de materiais diversos que possam tratar de métodos e técnicas de ensino de línguas em interface com temas transdisciplinares que não podem ser negligenciados, a partir das perspectivas críticas de educação. Os participantes desse workshop serão convidados a constituir uma rede de produtores de materiais para a formação crítica de professores de línguas. Essa produção precisa ser inovadora, inspiradora e “livre de plágio”.


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MULTIMODALIDADE, MULTILETRAMENTOS E ENSINO DE LÍNGUAS
Viviane M. Heberle – UFSC/CNPq

Esta oficina tem como objetivo discutir os conceitos de multimodalidade e multiletramentos e sua relação com inovações tecnológicas e ensino de línguas, com fundamentação teórica da linguística sistêmico-funcional e da gramática do design visual. Enquanto multimodalidade refere-se ao uso de diferentes recursos semióticos na produção de textos em diferentes mídias, o termo multiletramentos refere-se mais especificamente ao contexto escolar, à leitura e à escrita, ao uso desses recursos semióticos diretamente ligados a habilidades e estratégias para se produzir e interpretar textos em diferentes mídias. A partir das considerações teóricas, atividades pedagógicas multimodais para aulas de línguas serão propostas e discutidas.


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INTRODUÇÃO AOS ESTUDOS DE INTERMIDIALIDADE
Ivan Marcos Ribeiro (UFU)

Os objetivos desta oficina se concentram no trato da literatura com outras artes e mídias. Os chamados Estudos de intermidialidade contemplam possibilidades inúmeras de relações com o campo da literatura, seja no universo das artes (pintura, cinema, música, dança etc), seja no universo das mídias contemporâneas (quadrinhos, videogames, videopoemas, tatuagem). Assim, objetivamos trazer exemplos em que tais estudos incutem sua possibilidade de execução e como pensar a pesquisa dentro dessa dualidade literatura/Mídias, pautando-nos em exemplos dentro do campo inesgotável das relações interartísticas. Palavras chave: intermidialidade; literatura e outras artes; mixmídia e multimídia.


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CONHECER PARA (SE) TRANSFORMAR: ANÁLISE DISCURSIVA DO TRABALHO DO PROFESSOR DE LÍNGUAS
Mariana Pérez (UFPB)

O que é o trabalho docente? Que elementos constituem esse trabalho? Como aprendemos a ser professores? O que é gênero profissional? O objetivo desta oficina é discutir sobre a complexidade do trabalho docente a partir de uma perspectiva interdisciplinar, relacionando linguagem e trabalho. Discutiremos sobre métodos indiretos que contribuem para uma compreensão ampla do trabalho educacional, privilegiando a perspectiva do próprio professor sobre seu trabalho. Analisaremos textos gerados por essas metodologias, discutindo sobre 1. aspectos que podem ser investigados; 2. o potencial dessas metodologias para um repensar crítico do professor sobre sua própria prática e possível reposicionamento sobre seu próprio trabalho; e 3. implicações do uso dessas metodologias para os processos formativos.


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IDENTIDADES SOCIAIS EM SALA DE AULA DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS: RAÇA, ETNIA E GÊNERO
Acassia Anjos (UFS/UFMG)
Doris Matos (UFS)

O atual mundo globalizado proporciona encontros culturais nem sempre pacíficos (MENEZES DE SOUZA, 2011) ao redor do mundo, sendo possível observar movimentos extremistas geradores de guerras sangrentas ou mesmo conflitos geograficamente mais próximos de nós brasileiros causadores ódio e discórdia. Tais conflitos, muitas vezes, surgem do não conhecimento do outro, gerando a construção dos estereótipos negativos. Dessa forma, o objetivo dessa oficina é discutir caminhos para se trabalhar as identidades sociais nas aulas de línguas estrangeiras, especialmente as relacionadas à raça, etnia e gênero (MOITA LOPES, 2002). Nesse cenário, os letramentos críticos tornam-se um meio de trabalho pedagógico possível de se preparar os estudantes para situações de conflitos (MENEZES DE SOUZA, 2011). Diante disso, na oficina serão construídas proposições de atividades de ensino, orientadas à luz dos letramentos críticos (PENNYCOOK, 2004; MENEZES DE SOUZA 2011) a fim de aproximar os estudantes da educação básica ao diferente.


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Lançamentos

Capa_Construções_de_Sentido

TAKAKI, Nara; MONTE MÓR; Walkyria (Orgs.). Construções de sentido e letramento digital crítico na área de línguas/linguagens. Campinas: Pontes, 2017.

A obra Construções de sentido e letramento digital crítico na área de línguas e linguagem oferece subsídios importantes para as ações educativas na sociedade do século XXI. Considerando um contexto semiótico, multimodal e hipermidiático cada vez mais complexo, os textos selecionados convidam o leitor a refletir e problematizar questões intrínsecas aos usos de linguagens tais como fatores culturais, sociais, políticos e ideológicos, A apropriação crítica e participativa dos recursos tecnológicos a serviço da comunicação e informação em diferentes níveis educacionais – formação básica, cursos de graduação e de pós-graduação e formação continuada de professores em serviço – é debatida contemplando eixos temáticos fundamentais para a compreensão dos letramentos digitais: pedagogia de multiletramentos, processos de remediação, gamificação e letramento crítico de dados. A análise social crítica e o compromisso ético com a agentividade oferecem organicidade à obra e indicam possibilidades de construção de visões de mundo reflexivas, situadas e heterogêneas, necessárias para intervenções sociais críticas e transformadoras na atualidade.

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Capa_Perspectivas

TOMITCH, Lêda M.B.; HEBERLE, Viviane M. (Orgs.). Perspectivas atuais de aprendizagem e ensino de línguas. Florianópolis: PPGI/UFSC, 2017.

A obra reúne pesquisas acadêmicas recentes sobre aspectos referentes ao ensino e aprendizagem de línguas estrangeiras/adicionais, visando aproximar teoria e prática. Nesse sentido, os estudos teóricos e práticos apresentados encaixam-se na área dos estudos da linguagem, envolvendo o ensino de línguas estrangeiras/adicionais em suas diferentes relações: ambientes virtuais de aprendizagem; mediação por tecnologias digitais; materiais didáticos; avaliação; ensino colaborativo; formação de professores; aquisição de aspectos fonológicos; investigação da leitura crítica; aquisição de terceiras línguas e o ensino de línguas em situações de vulnerabilidade.

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Capa_Quem_Canta

BUTLER, Judith; SPIVAK, Gayatri C. Quem canta o estado-nação? Trad. Vanderlei J. Zacchi; Sandra G. Almeida. Brasília: EDUNB, 2018.

Em Quem canta o Estado-nação? Judith Butler e Gayatri C. Spivak tecem pertinentes considerações a respeito da situação dos sem-estado, pessoas que por várias razões foram forçadas a deixar seus países para viver em outras terras sem que pudessem obter o status de cidadãos. Dessa forma, apresentam uma análise relevante de questões contemporâneas que afligem pessoas em todo o mundo, a partir de noções como cidadania, identidade, pertencimento e exílio.Neste livro, Butler e Spivak dialogam com outros pensadores, como Hannah Arendt e Giorgio Agamben. A conversa crítica entre essas duas teóricas instigantes termina com um questionamento que nos leva de volta ao início, depois de uma viagem reflexiva por elas conduzida, com “a promessa do irrealizável”, um movimento duplo que aponta para uma promessa e uma possibilidade, ao mesmo tempo em que nos mostra a dificuldade de lidar com temas tão espinhosos e controversos em um momento não menos complexo. Por trás da análise crítica minuciosa e vibrante que ambas desenvolvem, encontra-se o cuidado com a linguagem e o discurso que moldam não apenas nossos pensamentos, mas principalmente nossas concepções e construções de mundo.

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Hospedagem e Deslocamentos

Hospedagem

HOTEL ENDEREÇO CONTATO DISTÂNCIA DA UFS DIÁRIA (ESTIMATIVA)
Del Canto Hotel
4 estrelas

(hotel oficial do evento)

R. Alferes Jose Pedro De Brito, 67 Humberto Meneses-
(79) 3243-8181/8187
(Mencionar que está participando do SEFELI)
12,7 km R$157,00 solteiro
R$187,00 duplo
R$217,00 triplo
com direito a Transfer aeroporto-hotel-aeroporto e café da manhã.
ibis budget
Aracaju
Avenida Oceanica 635, Orla De Atalaia (79) 3712-8700 13,9 km R$ 93,00
(até 3 pessoas)
sem café da manhã
Aju Hotel e Pousada Rua François Hoald, 276 – Atalaia ajuhostel@gmail.com
TELEFONES:
(79) 3223.4332
(79) 3303.1989
(79) 99684.0342 (WhatApp)
14,2 Km A partir de R$45,00
com café da manhã e estacionamento grátis
Via Mar Praia Hotel
3 estrelas
Av. Santos Dumont, 273 (79) 3216-3650 14,4 km R$ 136,00 (até 3 pessoas)
com café da manhã e estacionamento
Nobile Express Aracaju
3 estrelas
Av. Tancredo Neves, 8000 (79) 2105-1313 4,3 km R$ 157,00 (até 3 pessoas)
com café da manhã e estacionamento
NB Hotéis Av. Dr. José Machado de Souza, 120 - Jardins (79) 3025-9494 10,8 km R$ 180 – quarto duplo
R$ 225 – quarto triplo
com café da manhã e estacionamento
Ibis Av. Adélia Franco, 2719 - Grageru (79) 2106-2000 8,9 km R$ 190 – quarto duplo
com café da manhã e estacionamento
Pousada Águas Douradas Rua Vereador Joaquim Mauricio Cardoso Filho, 250 - Coroa do Meio (79) 3255-1216 12,5 km R$ 100 – quarto duplo
R$ 125 – quarto triplo
com café da manhã e estacionamento
Hotel Terra do Sol
3 estrelas
Rua Poeta Mario Jorge M. Vieira, 1722 (79) 2105-9100 12 km R$ 130 – quarto duplo
R$ 170 – quarto triplo
com café da manhã e estacionamento
Aracaju Corais Hotel Av. Mario Jorge Menezes Viêira, 556 - Coroa do Meio (79) 3302-0988 13,1 km R$ 140 – quarto duplo
com café da manhã e estacionamento
Hotel da Costa
3 estrelas
Av. Santos Dumont, 1807 - Praia dos Artistas (79) 2106-1400 12,9 km R$ 180 – quarto duplo
R$ 220 – quarto triplo
com café da manhã e estacionamento
Hotel Rekinte
3 estrelas
Av. Rotary, 250 - Atalaia (79) 3243-2235 14 km R$ 150 – quarto duplo
R$ 180 – quarto triplo
com café da manhã e estacionamento
Jatobá Praia Hotel
3 estrelas
Av. Santos Dumont, 478 - Atalaia (79) 3226-3993 15 km R$ 200 – quarto duplo
R$ 250 – quarto triplo
com café da manhã e estacionamento
Pousada dos Caminhos R. Dr. Bráulio Costa, 89 - Atalaia (79) 3243-4315 15,4 km R$ 130 – quarto duplo
R$ 200 – quarto triplo
com café da manhã e estacionamento
Simas Praia Hotel
3 estrelas
Av. Santos Dumont, 285 - Atalaia (79) 3243-8600 12,5 km R$ 150 – quarto duplo
com café da manhã e estacionamento
Aracaju Praia Hotel
3 estrelas
Av. Santos Dumont, 1001 - Atalaia (79) 3085-0010 13,6 km R$ 150 – quarto duplo
R$ 180 – quarto triplo
com café da manhã
Real Praia Hotel
3 estrelas
Av. Santos Dumont, 33 - Atalaia (79) 2105-6000 13,3 km R$ 150 – quarto duplo
R$ 190 – quarto triplo
com café da manhã e estacionamento

 

Deslocamentos
O campus São Cristóvão está localizado a 7km do centro de Aracaju. O deslocamento pode ser feito por meio de ônibus, táxi ou lotação. Há também uma ciclovia conectando a universidade a várias partes da cidade.